Review Nacional: “Chefe Gordo” por Bril

Iaeee seus fã da nova MTV! Suave? Shaq por aqui pra mandar aquele ao vivo de um trampinho que estava a muito sendo aguardado, mas ninguém tinha ideia de que cara ia sair.

Sem muita enrolação, hoje vamos falar do disco do Chefe Gordo aka CEO da Tramontina aka Homem da Faca aka Bril. Continuar lendo

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Review Nacional: “Subliminar” por MC Igu

Desde que escrevi a review do álbum Kinkaku-Ji (2017) do Igu, ele alcançou um patamar ainda maior no cenário nacional. Seja no número de fãs, reconhecimento, ou, buzz dentro do cenário trap nacional. Quem curte trap aqui no brasa sabe quem é o Igu hoje em dia, é incontestável. Isso se deve muito ao fato da sua incrível (e desgastante) necessidade de dropar tracks quase todas as semanas – muitas dessas músicas não se diferenciam em nada em uma das outras, isso fez com que eu parasse de acompanhá-lo ‘semanalmente’-, e hits incontestáveis no meio disso tudo. Esse ano, o Igu mais uma vez jogou MAIS um disco depois de ter dropado uns QUATRO ano passado. É trabalho demais, né? Pena que quantidade não é o mesmo que qualidade, é o que eu sempre digo.  Continuar lendo

Review Nacional: “Francisco Oceano” Por Rodrigo Zin

Depois de meses, consegui curti um trampo nacional e ele é do Rodrigo Zin. Integrante do grupo curitibano 0800 Crew, Rodrigo largou um EP que serve de introdução para seu futuro e próximo álbum chamado #ninguém e que se chama “Francisco Oceano” – como vocês puderam perceber no título. Homenageando um dos maiores artistas da música negra nas últimas duas décadas, Rodrigo pega emprestado o nome do cantor norte americano Frank Ocean e intercala com o nome da rua São Francisco que fica em Curitiba, e o resultado? Ora, vamos descobrir.  Continuar lendo

Review Nacional: “Ruby King 7102” por Choice

Olá, famigerados fãs de rap, tudo suave? Estou de volta! Sim, Vitor tá na casa de novo depois de um tempo parado com análises musicais em blogs por causa de vários assuntos que vocês não querem saber, e fazem bem. Estava eu em casa sem nada pra fazer até que Vinar AKA Cacique me convocou para reanimar este lindo site e cá estou eu. A análise que vos trago é do recente EP “Ruby King 7102” do rapper carioca Choice, MC este que já tem uma fã base bem considerável nas redes sociais Brasil à fora e que conseguiu notoriedade na famosa batalha do tanque. Bem, se vocês se sentiram interessados em saber o que eu conseguir captar deste trampo cliquem aí e vamos nessa.  Continuar lendo

Review Nacional: “Mal dos Trópikos, Construindo a Ponte da Prata Roubada” por Makalister

* Não me pergunte o porquê da qualidade ruim da imagem

Fala aí, seus apreciadores de Revival! Como falei na review de mesmo – Não escute, mas leia a review 🙂 – senti a vontade de voltar pro site e aqui estamos, conversei com o resto da crew e a galera tá empenhada em fazer o Rap Sh!t voltar à ativa. Nesse retorno, vamo falar do trampo novo de um dos meus artistas nacionais favoritos, o Jovem Maka. Sem mais enrolação, dá o clique no tradicional “Continuar Lendo” aí… Continuar lendo

Review Nacional: “Esú” por Baco Exu do Blues

IAE SEUS PUTOS DO CARALHO, saudade de escrever nesse sítio da internet brasileira, onde dou minhas opiniões fecais sem retorno financeiro. Como tá aí no título, quero falar do disco do momento, candidato à disco do ano e atual parasita do meu 4G, que não sai do repeat: Esú, o mais novo disco do rapper baiano, Baco Exu do Blues.

Pra começar segue o release oficial do disco, que achei um texto maravilhoso e segue na integra pra quem ainda não teve a oportunidade de ver:

“Esú” traz a história de um personagem em transição, que passa por diversas provações, da depressão ao gozo. Autoestima, individualidade, onipotência, luxúria, sincretismo e empoderamento negro, são temas recorrentes no álbum. “Metade homem, metade Deus e os dois sentem medo de mim”, cita Baco na faixa que leva o título da obra, mostrando o encontro da fragilidade divina e a força humana. A produção musical do disco ficou à cargo de ‘TAS’, no ‘Cremenow Studio’ e a criação dos beats por ‘Nansy Silvvs’, exceto a faixa Intro, que tem a base feita por ‘Scooby Mauricio’ e scratches de ‘KL Jay’ (Racionais MC’s). O resultado dessa junção é apresentada em 10 faixas que proporcionam uma viagem sinestésica, passando pelas ladeiras de Olinda, com o batuque do Maracatu, pelo carnaval de rua com o choro da guitarra baiana, até as nossas matrizes africanas, com cânticos em Iorubá e batuques dos atabaques do candomblé.

Bom, dadas as devidas apresentações, vamos às notas: Continuar lendo