R&B Review: “Memories Don’t Die” por Tory Lanez

Eae, pessoas! Essa é a primeira review gringa que eu to fazendo depois da minha volta ao blog e eu aproveitei o drop recente do “Memories Don’t Die” para analisar junto com vocês. Para quem ainda não sabe, esse é o segundo disco de estúdio do cantor e rapper canadense Tory Lanez. O primeiro é “I Told You” (2016) e é uma completa decepção por tudo o que se foi prometido e não cumprido. Esse ano o Fargo disponibilizou o seu mais novo trabalho com 18 faixas, todas carregadas de trap e cânticos R&B. Vamos ver se ele acertou dessa vez? Simbora.  Continuar lendo

Anúncios

Review Nacional: “Subliminar” por MC Igu

Desde que escrevi a review do álbum Kinkaku-Ji (2017) do Igu, ele alcançou um patamar ainda maior no cenário nacional. Seja no número de fãs, reconhecimento, ou, buzz dentro do cenário trap nacional. Quem curte trap aqui no brasa sabe quem é o Igu hoje em dia, é incontestável. Isso se deve muito ao fato da sua incrível (e desgastante) necessidade de dropar tracks quase todas as semanas – muitas dessas músicas não se diferenciam em nada em uma das outras, isso fez com que eu parasse de acompanhá-lo ‘semanalmente’-, e hits incontestáveis no meio disso tudo. Esse ano, o Igu mais uma vez jogou MAIS um disco depois de ter dropado uns QUATRO ano passado. É trabalho demais, né? Pena que quantidade não é o mesmo que qualidade, é o que eu sempre digo.  Continuar lendo

Review Nacional: “Francisco Oceano” Por Rodrigo Zin

Depois de meses, consegui curti um trampo nacional e ele é do Rodrigo Zin. Integrante do grupo curitibano 0800 Crew, Rodrigo largou um EP que serve de introdução para seu futuro e próximo álbum chamado #ninguém e que se chama “Francisco Oceano” – como vocês puderam perceber no título. Homenageando um dos maiores artistas da música negra nas últimas duas décadas, Rodrigo pega emprestado o nome do cantor norte americano Frank Ocean e intercala com o nome da rua São Francisco que fica em Curitiba, e o resultado? Ora, vamos descobrir.  Continuar lendo

Review Nacional: “Ruby King 7102” por Choice

Olá, famigerados fãs de rap, tudo suave? Estou de volta! Sim, Vitor tá na casa de novo depois de um tempo parado com análises musicais em blogs por causa de vários assuntos que vocês não querem saber, e fazem bem. Estava eu em casa sem nada pra fazer até que Vinar AKA Cacique me convocou para reanimar este lindo site e cá estou eu. A análise que vos trago é do recente EP “Ruby King 7102” do rapper carioca Choice, MC este que já tem uma fã base bem considerável nas redes sociais Brasil à fora e que conseguiu notoriedade na famosa batalha do tanque. Bem, se vocês se sentiram interessados em saber o que eu conseguir captar deste trampo cliquem aí e vamos nessa.  Continuar lendo

Review Nacional: “Kinkaku-ji” Por MC Igu

“Doko, Doko, Nego da onde vem seu trampo?”

É impossível você curti o Trap underground nacional hoje em dia e nunca ter ouvido falar do Mc Igu. Esse mc vem fazendo barulho a quase meio ano mais precisamente, depois de ter dropado a sua mixtape “Okane” e seu maior hit “Doko’. Vindo de SP, Igu vem construindo um terreno nunca antes visto por nossas terras quando o assunto é trap – claro que há outros nomes na cena também, não sejamos omissos. Sendo um dos grandes nomes da Recayd MOB, o Trap Sensei largou recentemente o “Kinkaku-ji”, sua nova mixtape, de fucking 23 tracks. Vamos para uma análise nacional galerinha, e desculpem a ausência ❤

Pois bem né, como eu conheci o Igu? Ora, quem tem parceiro de crew influente,  acaba automaticamente conhecendo música boa. Jé tinha compartilhado “Doko” no seu perfil do face e eu que tava bisbilhotando a timeline sem esperar muita coisa boa,  me deparei com essa track. O que achei? Bolado!! Tava meio sem esperança de encontrar traps que realmente fossem traps no brasa – afinal, convenhamos, “Trap de mensagem”,  é de cair o cu no chão -, porém, quando ouvi essa faixa e mais tarde a tape Okane, eu tinha agradecido ao deus Goku pela existência do Sensei. Claro que, achei o Okane não algo muito espetacular, mas vi uma matéria muito bruta que iria ser lapidada. Não restou outra, o maior japa do game que você respeita largou o “Kinkaju-Ji” e pra mim, essa pode ser um marco de exemplo para todo rapper que quiser entrar nesse ramo ao invés do boombap.

Essa mixtape é mais sólida, fechada, bem mais organizada e os conceitos culturais aqui inseridos são bem mais compreensíveis. As participações são extremamente boas, DaLua e Klyn (principalmente o Klyn, pelo amor, quero cd, caralho!) (Nota do editor: Eu também, Klyn!) tão excelentes.  Temos um boombap no começo do projeto, “Diss”, no entanto, é único que iremos ver durante as 23 tracks. O trap toma conta do começo ao fim. A produção é uma das melhores coisas disso daqui e arrisco a dizer que é o melhor trabalho dentre todos os trabalhos do rapper. A uma evolução nítida na caneta do Igu, além do fato de que ficou atento também a não soar enjoativo e repetitivo no flow. No mais, a muitas faixas aqui que são praticamente iguais, a temática não muda em quase 80% da tape, e tudo gira em torno de mais grana, poder e minas. Ademais, não vejam isso como algo ruim, se você curti esse tipo de vertente, você vai achar uma coisa muito boa, como eu achei, mas se você é guardinha, nem aperte o play.

A duração também é um dos grandes empecilhos. Sério, é preciso maneirar na longevidade que se propõe nesse tipo de trampo e apesar da sonoridade não soar nem um pouco enjoativo, acredito que a duração disso  daqui é um ponto a menos. Não sei quem produziu às tracks, mas esses beatmakers são bons pra cacete, meu mano. Principalmente quem produziu “Bem Calmo”, “Dicção”, “Dane$e Remix“, “Rico” e por ai vai.

Kinkaku-ki é simplesmente o melhor disco trap do ano até agora. Pode ser inserido facilmente no seleto grupo de pioneiros  que podem ser exemplo para outros. Coeso e que não erra em nada no que se propõe, Mc Igu é trap sensei que todos nós iremos respeitar ainda mais a partir de agora.

“Vários mano viu, novo ninja que dá aulas”

Nota do Editor: Igu, se tiver lendo isso, upa no Spotify. Não aguento mais as propagandas do Youtube.

 

 

Review: “I Decided” por Big Sean

Oi pessoas, suave? Vitor tá aqui hoje trazendo pra vocês uma análise sobre o novo disco do Big Sean. Sendo rapper de Detroit, Sean Don é aquele tipo de artista no mundo do hip hop que divide mares, uns o odeiam, outros o amam. Porém, é inegável para os que o odeiam que o mesmo, hoje tem um nome de grande destaque na cena, é só vermos a boa recepção que o último disco “Dark Sky Paradise” proporcionou ao game e suas constantes aparições em músicas com o buzz enorme. A review de hoje é sobre o “I Decided” pessoal, vamos simbora. Continuar lendo