Top 10 Álbuns de 2016 (Vitor.M)

Oi, né?! Voltei para este lindo blog mais uma vez para apresentar  minha linda lista de melhores discos de rap do ano de 2016. Para deixar bem claro, não caí de amores por esse ano, achei num nível legal com alguns lapsos de excelência. Nessa lista, coloquei os discos que eu MAIS escutei no ano, sim, não coloquei à qualidade em primeiro lugar, até porque coloco uns 30 discos no mesmo nível lírico e seria bem difícil colocar 30 discos num top 10, né?  Por fim, como já falei, coloquei os discos que mais gostei e que mais escutei, porém, haverá discos que saíram recentemente, o que não muda o fato que tô escutando desde do dia do lançamento. Pois bem caros leitores, vamos pro que vocês querem ler.

Não esqueçam de votar no Fezes de Ouro! 🙂

 

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10 – Do What Thou Wilt

Não sou muito fã do Ab-Soul, na verdade ele é o que menos opto pra ouvir coisas vindo da TDE. Contudo, acho ele um dos melhores rappers da nova escola, ele tem uma escrita bem abrangente, e com um conteúdo que ‘puta merda, calma, to entendo nada’, faz com que passemos horas debatendo sobre cada linha. Recentemente fiz um um pequeno texto falando sobre o que achei desse trampo lá no grupo do face, entre e veja, lá eu falo sobre como eu gostei das suas referências filosóficas e abordagens contra uma cultura extremamente sexista. Do What Thou Wilt merece sim está no meu top 10 por simplesmente me fazer parar para entendê-lo. Não mastiguem ideias, nos mostrem, caros rappers.

 

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9 –  A Terça Parte da Noite

Makalister! AKA jovem Maka AKA jovem Frozen AKA JovemBlxckFriday. O que esse cara representa hoje pro rap nacional? Acredito que igualmente com BK, o ano de 2016 foi dele. Dois discos muito fortes e expressivos, com um conteúdo bem orgânico e diferente de TUDO que você pode ter escutado por nossas terras. Seu amor por filmes e por futebol, por mulheres nada comuns, são muito interessantes e mostra que o Maka tem uma sonoridade muito bacana. “A Terça Parte da Noite” pra mim é o melhor trabalho dele e com certeza não poderia ficar de fora.

 

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8 –  Blank Face LP

“THUG LIFE NIGGA, SINCE ’96 I WANTED TO GANG GANG!”

Blank Face é muito bom, sério mesmo, gostei demais. No entanto, tem umas vaciladas no meio desse disco que quaaaseee não me fez escutá-lo além do primeiro play, o que mudou quando eu deixei de ficar chorando porque queria um “Oxymoron” e apreciei um Q melhorado em alguns aspectos de escrita e estrutura. O conceito meio Ghostface Killah incorporado aqui me fez colocar Blank Face em 8, por quê? Porque amo o Ghost e amo as linhas GANG GANG do Q, mano, só não sei se irei amar mais um dessa forma.

E Kanye em That part é HORRÍVEL. #PAS

 

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7 –  Still Brazy

“DO YOUR DANCE YG DO YOUR DANCE

YG é foda! Sério, não sei porque não curtia tanto ele em 2014 como curto ele agora. “Still Brazy “é um cd um pouco mais maduro, bem West Coast mesmo, um G-Funk estourando os graves nas alturas e o curto e singelo  “FUCK DONALD TRUMP !” me conquistou. Ácido, com uma produção foda, apreciem melhor um cara que não precisou do Dr. Dre pra estourar.

 

6 – Konnichiwa

Foda-se o Vinar por não ter curtido muito esse disco…foda-se Vinar!!!! Konnichiwa é bem loco mano…Skepta é um expoente nome do Grimme rap inglês, um rap bem versátil e vários jabs bem forte distribuídos na sua cara. Algumas palavras soltas aqui podem confundir legal, afinal, estamos falando de outras gírias, todavia, o que esse cara faz nas batidas é bem agressivo, bem cadenciado e estruturado.

Não colocar o Skpeta no meu top 10? Nah, that’s not me!

 

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5 – Imperial

C4 NESSES PUTOS, PORRAAAA!! 

Ops, desculpem o caps, mas queria começar com agressividade à parte do Imperial porque estamos falando de um disco vindo do Denzel Curry. Pra mim, essa é a melhor mixtape vindo da gringa, o flow tipo trem bala não me cansou desde que foi dropado lá no comecinho do ano…Sério velho, o juvenil aqui de casa reclama tanto por eu colocar essa tape no repeat que talvez não estarei aqui quando colocar de novo no som da sala. Já sabem o motivo do meu desaparecimento, o que vai ser em breve.

 

4 – Direto do Hospício

“Hur dur, por que o DDH em quarto?”

Porque a lista é minha e se brincar eu coloco o “Lil Uzi Vert vs The World” nessa porra também, morô? Não que Direto do hospício não seja extremamente bom, pelo contrário, mas muitos de vocês podem perguntar porque  caralhos “Do What Thou Wilt” tá em décimo e DDH em quarto…Bem, foi como eu já disse lá em cima..tô colocando os discos que mais ESCUTEI como principal critério,  e puta merda, quem acha esse EP ruim? A produção pode ser um pouco bagunçada mas ninguém tira o mérito bem underground de ser. Linhas sujas, flow on FIRE, Mobb e Baco Exu do Blues fizeram um dos melhores trampos do rap nacional de 2016 e se você não gostou, vá tomar no meio do seu cu.

Pistolei.

 

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3 – Boogie Naipe

Boogie Naipe é bom pra transar e só por isso tá aqui nessa lista.  Mano Brown, você é foda, chefe. Se reinventou, mandou uns vocais bem marotos e corajosos de vez em quando…falou de amor e tacou o foda-se. GOXTO. Até mamãe gostou, o natal daqui de casa rolou mais você que Roberto Carlos e isso é real.

 

2 – We Got It From Here… Thank You 4 Your Service

Não sou fã de A Tribe Called Quest, mas PUTA MERDA COMO VOCÊS FAZEM ISSO COM A GENTE? Certo, entendo que sendo o último disco eles deveriam lançar um cd foda, mas porra, quase largaram um clássico, dá até vontade de ficar triste sabendo que isso aqui é o último cd…Sério, vei, na boa, queria não ter curtido tanto esse álbum.

 

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1 – Castelos e Ruínas

“Em mim atiraram e me erraram, me xisnovaram e não acharam
Me viram, se disfarçaram, quiseram flow, me chamaram”

Ahh, vai se foder BK, que cd du caralho. Antíteses fodas, conceitos que flertam um pouco até com ideais Nietzscheanos ( Música Caminhos ) me fazem perguntar se BK verdadeiramente é desse mundo. BKratos é insano nesse cd, uma entrega foda, produção ON POINT e de quebra temos o melhor cd do Brasil e de rap que escutei esse ano.

 

OBS.: Muitos podem desconfiar de alguns discos que estavam no meu top5 do primeiro semestre não se encontrarem ai nesse top 10…Bom, isso se deve ao fato que de lá pra cá, pouco  ouvi o “The Life Of Pablo” por exemplo – que por sinal, FOI SUPERESTIMADO POR MIM E POR TODOS VOCÊS.

Isso é tudo pessoal.

E feliz 2017 atrasado.

 

 

 

 

 

 

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