Top 10 Álbuns de 2016 (Vinar)

Fala aí, seus “Ahh, mas tal álbum é de 2015”, suave? To de volta para iniciar as tradicionais listas de fim de ano. Esse ano foi horrível pra mim, com algumas poucas exceções e fazer esse top 10 foi bem dificil. Os anos anteriores me deixaram bem mal acostumados, sempre tinha alguns álbuns que eu viciava e não largava durante o ano todo mas 2016 foi diferente. Pra quem é novo aqui no site, essa é uma lista PESSOAL, uma lista MINHA dos projetos que EU mais gostei, então sem butthurt, belê?  Enfim, sem mais enrolação, vamo pra lista.

 

Resultado de imagem para RTJ 3 cover artwork10 – Run The Jewels 3

Tá muito recente pra tá em um lugar melhor, mas é um puta álbum maneiro e decidi por na lista por mais que fosse no décimo lugar. Entregaram o que era de se esperar, mas fiquei um pouco decepcionado porque senti falta de alguns aspectos se comparado ao RTJ2. Review completa em breve no site. (Até lá posso mudar de opinião, é OBÍVEL)

9 – Imperial

Álbum muito bom do Denzel Curry, que pra mim que não conhecia o cara, foi uma das surpresas mais agradáveis do ano. Gosto de como ele mescla agressividade e melodia nas tracks, e o jogo de refrão do menino tá ON POINT. Outra coisa bem legal nesse álbum, é o numero das tracks, apenas 10, então diminuiu as chances de erro (Boa, Denzel), sem falar nos feats certeiros.

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8 – Blank Face LP

Q fez um puta trabalho com esse álbum, várias tracks maneiras com alto valor de replay, uns deslizes aqui e ali (Leia “Overtime e “THat Part”) mas no geral, um ótimo álbum. Blank Face tem uma particularidade muito interessante, ele não é nada coeso sonoramente mas ainda assim é uma delicinha de ouvir.

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7 – The Healing Component

Mick foi bem inteligente com esse álbum, pegou o que todo mundo já tinha curtido dos trabalhos anteriores e só juntou tudo e fez The Healing Component. Não tinha como não gostar, né amigão?

6 – Trilha Para o Desencanto da Ilusão, Vol.1: AMEM

Meu menino Netinho resolveu fazer um pouco do oposto ao que Mick Jenkins e tentou trazer cartas novas ao deck do Síntese. Algumas delas eu curti, outras não, mas Síntese é Síntese e TDI:AMEM é um puta álbum.

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5 – Castelos & Ruínas

Entrando no top 5, BKratos com seu Castelos & Ruínas. Sem dúvida, o álbum nacional do ano. Por conta de muito hype, eu talvez não tenha curtido como imaginei que iria, mas ainda assim, puta projeto, produção tá sensacional, conceito maneiro e bem trabalhado e BK entregando versos sólidos.

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4 – A Terça Parte da Noite

Que EPzão da porra. Makalister fez nesse projeto um compilado de coisas fodas, beats organicos smooths, lírica afiadissima, referências a futebol e “Amores Perros” (Que track, meus amigos). Esse foi o ano que eu, de fato, parei pra prestar atenção no Maka e não me arrependi disso, dormir no cara foi um puta vacilo.

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3 – Birds in The Trap Sing McKnight

Travis fez um baita trabalho nesse álbum, cara, foi surpreendente pra mim gostar tanto de um projeto dele. Se comparado com o Rodeo, eu diria que Birds é bem mais coeso (O menor numero de tracks ajudou pra caralho nisso) os feats são bons pra caralho, sem nenhuma exceção. Não entendo porque os reviewers gringos não gostam do cara, ou não curtiram particularmente esse projeto. Mas de qualquer jeito, tá aí.

2 – Laura Muller Mixtape

Meu trampo nacional favorito. Eu diria que essa tape é estranhamente sensacional porque além de ser diferente de tudo que tá rolando na cena, ela é um bocado diferente dos projetos anteriores do Makalister. LMM é bem mais ousado tanto em sonoridade, quanto em conceito e tem umas peculiaridades que eu acho bem foda: Como as transições entre as tracks são feitas de uma maneira super criativa e os beats assim não soam tão longes um do outro e olha que tem beats bem diferentes na tracklist, mas ao final, tudo se desenrola bem naturalmente; e também que essa tape foi gravada no Moto Gzão da massa, então, props pro GOSS, Locaut e ao próprio Maka, que mixaram/masterizaram a tape.

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1 – Do What Thou Wilt.

Laura Muller estava caminhando bem em direção ao primeiro lugar da minha lista até que surgiu menino Ab Soul com esse álbum, e que álbum. DWTW é uma parada bem densa mas o que não o torna chato de jeito nenhum, vários punches fodas, sacadas loucas, e muita coisa pra se descobrir ouvindo esse projeto. Todos os feats acrescentam à audição assim como cada beat é muito bem pickado. Tava como uma puta saudade de ouvir projetos assim, então, obrigado, Soulo!

 

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