Review : “The Divine Feminine” Por Mac Miller

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EAAAEEEEE ! Vitor AKA Tozin, chegando com mais uma review pra falar agora de um DOS POUCOS BRANCOS POSSÍVEIS ( isso mesmo, seus arrombado) e quem não gostou forma fila, caraio ! Um dos rappers mais fofos dessa nova geração dropou seu quarto álbum de estúdio, chamado “The Divine Feminine”,  que é o sucessor do bem recebido “GO:OD Am”, álbum anterior à esse. Enfim, vamos para a dissecação, né?

Pois bem, quem leu a nossa review do “GO:OD Am” ou escutou o disco, sabe que o Mac tá numa nova fase em sua carreira. Deixou as drogas de lado, as mais pesadas e mais prejudiciais a saúde pelo menos, e tá felizão da vida. Somado à isso, ele começou a namorar a lindona da Ariana Grande, ex do Big Sean, na qual possivelmente tá pegando a Jhené Aiko, tanto o Mac quanto o Sean Don tão muito bem na fita. PORÉM, como isso aqui não é o rap24horas e suas fofocas,  vou me reter a análise.

Sendo assim, “The Divine Feminine” é um projeto em que o rapper não tem  medo em abraçar o dito clichê. É uma declaração de amor ao amor. É tudo muito suave. “Congratulations” e “Dang!” – o primeiro com participação do Bilal e o  último com participação do Anderson Paak -, são um bom pontapé inicial do cd. As produções com piano e um jazz bem smooth são a cara do álbum. Além do mais, já apresentam as temáticas que vão ser abordadas : mulheres, amor, medo do fim de relacionamento, relações sexuais e emocionais.

Mac Miller trás um cd com uma produção muito no ponto. LAhuss já disse pra mim em uma das reuniões da crew no Caribe que o Mac sabe conduzir muito suas produções e isso é fato. O jazz rap aqui não é forçado, a mescla com boombaps e um pouco de trap é muito bom e é feito de uma forma suave, bem sexy. O saxofone nesse disco é divino ! É uma coisa muito linda ! toda vez que apareceu, mesmo que pouco, me agradou bastante. As produções ficaram por conta dos Aja Grant,  Larry Fisherman, Pomo, Labs, Frank Dukes, Garcia Brothers, JMSN, DJ Dahi, Vinylz, Mister Neek, DāM-FunK, Kaan Gunesberk, Musicman Ty  e Tae Beast. Em relação a lírica, Malcolm deixa muito a desejar, e acredito que ele não quis ser muito técnico dada a natureza bem ‘de boa’ que ele propôs ao disco. As participações são ótimas, com destaque para Anderson e Ty dolla Sing ( Cinderella) , os dois estão sensacionais.  Em “My Favorite Part” e “God Is Fair, Sexy Nasty” temos uma Ariana bem do mesmo com um Kendrick também que de nada acrescentou, acho que isso se deve ao fato do  KING KENDRICK tá numa porra de um refrão, VAI SE FODER, TÁ COM MEDO DE SER ENGOLIDO POR BARRAS?

Enfim, todas as participações estão ótimas/ok,  a produção tá muito boa e bem jazz (amo muito) com uma mistura bem bacana com vertentes do rap. Mac miller não tá afiado nas barras, mas se mostrou que nunca fica estagnado musicalmente e sabe ser versátil demais. Diferentemente do “The Sun’s Tirade” do Isaiah Rashad, Malcolm soube respeitar os limites e não se arriscou muito na produção, meteu 10 faixas só e foi com um conteúdo bem do mesmo. PENSE NUM BRANCO QUE NUNCA DESAPONTA !

Ne, Eminem..

#FODA-SE A LEI
#FODA-SE TEMER E MENDONÇA FILHO
#MEEKY MOUSE

 

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