Review: “Islah” por Kevin Gates

islahFala aí, seus livro de youtuber! O pai ta de volta radiante como o sol. Pra quem não me conhece, assim como o diabo eu tenho varios nomes, uns me chamam de swag imaculado, catuaba papi, guru dos blogs, rei da internet mas se quiser, pode chamar apenas de Santiago! Tô um tempo ai sem postar, né?! Acontece que tivemos varios problemas com relação a atraso de pagamento e eu não to aqui por que gosto mano, to pelo dinheiro. Se não molha a mãozinha do pai não tem post, é simples. Mas sorte de vocês que o pagamento caiu (e com juros) então vocês serão abençoados com mais um post do blogueiro mais carismático do Brasil. 

Seguinte, rapa, to aqui pra falar do debut do Kevin Gates que saiu no comecinho do ano, meio que despercebido por muita gente (inclusive por mim). Engraçado até o jeito que eu descobri esse album.. Estava eu vendo os comentarios sobre o disco do Quentin Miller chamado “Views” e um dos comentarios era “o Islah ta muito melhor do que esse lixo”. Sabendo que não é muito dificil ser melhor que aquilo, fiquei curioso e resolvi dar uma chance. Posso adiantar que esse download ilegal valeu a pena. Eu ia fazer um track by track mas são 17 fucking tracks, então é melhor deixar pra la, né? hehehe Vou falar sobre os destaques do disco, já que ele permanece quase que na mesma vibe, ja da pra ter uma ideia do restante.

“Not The Only One”: Foi aqui que ele me chamou a atenção. Sabe quando você da o play por dar, sem alguma expectativa, tipo “ta vai, vo ouvir isso ai mas preferia estar assistindo um naruto”. Mas a delivery do negrão, o flow e delivery é simplesmente FOGO. Otima abertura pro album, i fuck with this

“Really Really”: Dos melhores refrões lançados no ano (esse single foi lançado ano passado mas o album foi lançado oficialmente em 2016), pelo menos 3 estão nesse album e o desse som é um deles. A lírica dele é bem comum, mas o flow e o hook game ta no ponto, a produção é muito boa e viciante.

“2 Phones”: – Eu já falei que ele é muito bom com refrões né, mas é aqui que o Gates digievolui. Outro nível mermo! A letra é muito simples, o cara é muito ocupado então ele precisa de 2 telefones para administrar todos seus negocios (ele ainda não sabe que ta em 2016 e existe telefones dual chips e tal mas foda-se). Musica muito bem produzida e adivinha quem produziu ? O proprio Kevin Gates! Esse negão não para de me impressionar. Tocou esse som no rolê esses dias, mas como eu queria que o Projota tivesse lá pra eu jogar um tijolo na testa dele. Esse tipo de música me deixa violento, eu peguei um muleque pelo cabelo mas dei tanta joelhada no nariz, mas tanta… Eu fodo com essa música fortemente.

“La Familia”: Ta aqui a melhor produção do disco. O 808, os kicks no contra e os barulhos de arma, os synths, a masterização da voz do Gates, tudo se encaixa perfeitamente. Desde o Biggie, parece que se tornou obrigatorio, quando for fazer uma música sobre tráfico de drogas, gangsta shit e etc, colocar umas palavras em espanhol. O Gates colocou só no título mermo.

“Time For That”: Outro refrão excelente, o Gates tem uma boa voz também, ele canta bem e tal, difícil um cara do tipo dele que canta os próprios refrões. Produção excelente e mais um cara “desconhecido”, sempre bom ouvir um trap album que não tem os mesmos produtores de sempre.

“Hard For”: Infelizmente, aqui o álbum da uma boa queda de qualidade. Country? Serio mesmo Gates, Country mano? Eu não entendi o que ele tentou fazer aqui, só sei que é horrível e da uma cortada muito brusca na vibe do album, dei skip antes de chegar na metade.

“Jam”: Se fosse possível transformar uma noite de sexo em uma música, com absoluta certeza seria essa música. Toca essa pra sua namorada no dia dos namorados a noite, precisa nem transar, em 2 minutos ela ta gravida de trigêmeos. Como você ousa colocar Trey Songz, Jamie Fox e Ty Dolla Sign na mesma música? O nível de líbido dessa música ultrapassa os limites suportados por um ser humano. É a música com maior apelo pop do album, pra tocar na rádio e tal, mas não deixa de ser muito boa.

O album é bom, o problema que eu encontrei é uma certa redundância nas faixas. Muitas poderiam ser descartadas, e soam muito parecidas. O disco é longo, se ele tivesse descartado algumas faixas seria mais consistente, ta ligado? Mesmo assim, as tracks se mantém entre boas e muito boas, só faltou um cuidado na montagem da tracklist. Ele colocou as melhores faixas do album na primeira sequência, da 1 à 8, dali começa as faixas de médio pra ruim, voltando pra uma boa sequência novamente no final.

Se vale a pena ouvir, com certeza vale! Mas sabemos que ele não é nenhum novato, ta no jogo a pelo menos 15 anos, mesmo assim nunca é tarde pra estourar. Foi muito bem recebido pela crítica e as vendas superaram expectativas (o disco foi ouro e o single “2 Phones” platina). Resumindo: O disco é bom, Gates tem uma habilidade muito interessante pra criar refrões, ótimo ouvido para beats, bom time de produtores trabalhando com ele e ele se mostrou um cara sem preguiça de trabalhar. É isso rapa, fica ligado ai no blog mais pica e influente do Brasil que tem muita novidade pra sair. E ah, se você tenha uma opinião diferente ou tem algo que queira acrescentar, cola ai na seção de comentários ou na nossa página do Facebook! Tamo junto, PAZ!!!!

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s