Review: “The Diary” por J Dilla

JayDeeReviewFala, seus Whatsapp bloqueado! Vinar de volta na segunda feira terça feira pra mais uma review. E dessa vez vamo falar de um projeto do lendário produtor/MC J Dilla também conhecido como Jay Dee, e enfim, o cara tinha stage name pra caralho. O que interessa é que, acharam umas tracks que ele tinha gravado para um projeto, que infelizmente não saiu devido a sua morte, juntaram com outras tracks já lançadas e fizeram o “The Diary”. DESCUBRA o que eu achei após o “Continue Lendo” aqui do lado -> 

Como não poderia deixar de ser, The Diary tem ótima produção. Nem toda lidada por Jay Dee, é verdade, mas nomes como Madlib, Nottz, Dave West e cia. não deixam a decepcionar. Em muitos beats que não são do próprio Dilla, ce pode notar uma clara influência do homem, como por exemplo na track “So Far” que tem meu beat favorito do álbum, o produtor choppa o sample de uma forma que me lembrou bastante alguns trabalhos do Jay D.

Não sou um um die hard fan do Dilla, mas nos trabalhos onde ele rima, as suas skills no mic não me chamam tanto a atenção assim. Mas nesse projeto em particular, pode se dizer que ele tem seus momentos… Soltando , e como já era de se esperar de um produtor, flows bem construídos, como por exemplo no primeiro verso da “The Anthem”, uma track que tem um beat totalmente diferenciado e Dilla com um flow igualmente criativo. Outras tracks que merecem destaque são: “The Shining (Diamonds)”, que beat, meus amigos e que refrão lindão! Sem dúvida uma das mais cativantes tracks, se não A mais; “Gangsta Boogie”, traz o melhor da vibe laid back com o beat bem funky, num clima que remete à West Coast (Será que pelo feat do Snoop?); E por fim, a “So Far”, que como já disse tem um sample de voz que é minha fraqueza, eu tendo a gostar pra caralho de samples de uma parte cantada de um som.

Como eu falei na intro, essas tracks faziam parte de um projeto planejado pelo próprio mas que devido a sua morte nunca foi lançado, até que chegou na Mass Appeal que deu o suporte pro lançamento. E essa é a coisa maneira desse álbum póstumo, então não tem muita intervenção (Salve, Shaq) de terceiros, coisa que as vezes afeta um álbum póstumo, vide Born Again, ao invés disso, é um álbum que tem a essência do artista. Se você é um fã do Jay Dee, The Diary vai matar tua saudade, se ce nunca ouviu e quer começar, pode começar por ele, é easy listening e bem catchy. Falou aí, e hoje vai dar Papão na final da Copa Verde!

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