Review: “King Push – Darkest Before Dawn: The Prelude” por Pusha T

pushreview

Fala pra mim, seus ejaculação precoce! Vinar de férias trazendo a review do álbum do KING PUSSSH! Sim, geral tava hypado pra esse álbum, ainda mais depois do sucesso que foi o antecessor desse álbum, o “My Name Is My Name” que meu irmãozinho LaHuss revisou na semana “Reviso a Merda que quiser” (Temos que fazer outra dessas tho). Então, esse não é propriamente dito o “King Push” e sim uma espécie de prelúdio pro mesmo. Então vem com o pai pra review! YUGHCK!

Vamo começar pela temática, o nome talvez dê uma ideia do conceito do próximo álbum: “Darkest Before Dawn” traduzido como “o mais escuro antes do amanhecer”, “o mais sombrio antes do amanhecer”, ou algo do tipo, então, esse seria o mais dark, o mais sombrio, e é o que vemos em grande parte desse projeto, instrumentais sombrios, mas ainda assim belíssimos, como o de “Keep Dealing” que é bem cinematográfico, ou o da “Intro” que traz poderosos samples vocais e drums pesadíssimos super hard hitting, ou até mesmo na “M.P.A.” produzida pelo nosso Jermaine Cole, que traz uma melodia bem simples mas ainda sim super efetiva (Não entendi os feats de Kanye e Rocky, de verdade). Por mais que sonoramente o nome faça sentido, não vamos saber se a temática das letras vão seguir um contexto lógico em conjunto com o próximo álbum até ele sair, afinal de contas, Pusha continua falando de drug-dealing, dinheiro, sendo arrogante como só ele sabe ser, etc. Vindo de “MNIMN” pra esse álbum, senti um Pusha mais maduro e reflexivo enquanto ele rimava sobre os atentados a negros na última track “Sunshine”,  ou na já citada “M.P.A.” onde ele reflete sobre seus três maiores vícios e os “os três principais assassinos de negros” como ele mesmo colocou.

Liricamente, Pusha T continua em altíssimo nível. Algo que me chamou atenção na review que o Anthony Fantano fez sobre o MNIMN que eu vi logo quando ele lançou o álbum, foi quando ele fala que “com o Pusha T é como se uma linha puxasse a outra, se ligasse a próxima linha” e isso é algo que ele continua fazendo e muito bem, como nas linhas em destaque abaixo, ele faz uma metáfora entre o rap game e circo, e depois a estende esse significado.

I’m watching this three ring circus
Old lions don’t roar, so the clowns ain’t nervous
Even you fools serve purpose
Let ‘em run amuck until the king resurface
 (“Intro”)

Outra coisa que Push continua afiado são os punches e wordplays, uma das minhas favoritas tá em “Untouchable”, mas ele foi soltando várias por todo o LP, com direito a shots pra Lil’ Wayne inclusive.

My breakdown game bought me ‘8 Mile’ fame
Selling Eminem to him and ‘em
White to the Blacks
I’m a villain in (“Untouchable”)

A produção tá classuda, como já era de se esperar, como já descrevi bastante no primeiro parágrafo, vou me ater a comentar as tracks que mais curti nesse aqui. “MFTR”: Depois de algumas ouvidas eu curti pra caralho a track, menino O Sonho matou no hook, e Push no braggadocio arrebenta.  A “Intro”, sem dúvida, curti demais o beat, BANGER ABSOLUTO, me amarrei no sample e em como ele foi usado e Pusha entregando, insano demais. Eu curti praticamente todas as tracks, a que eu menos liguei foi “Got’em Covered” mas mesmo assim, me amarrei no beat à la Clipse que o Timbaland produziu.

Como a gente esperava, outro grande release do agora presidente da G.O.O.D. Music, que o mantém relevante no jogo e cria um hype ainda mais alto para o definitivo release do “King Push” pra esse ano que vem. Noiz, caralho. Feliz ano novo pra geral. PAZ.

Nota4

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