Review: “Mr. Wonderful” por Action Bronson

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Action Bronson, rapper de NY, chega com “Mr. Wonderful”, seu primeiro álbum num major deal. O rapper começou a gerar um certo buzz com seus projetos “Rare Chandeliers” com o produtor Alchemist, e “Blue Chips 2” com o time de produção Party Supplies, que estão presentes também nesse projeto aqui. Chamei o mano das reviews nacionais pra me ajudar nessa revisão, o LaHuss. VAMO LÁ !

Vinar: Bem, essa foi minha primeira impressão com um projeto do rapper e o que ficou pra mim sobre álbum é que Bronson prima por uma boa produção nos seus projetos, apesar de não ser um puta dum liricista e do flow dele ter incomodado um pouco na primeira ouvida. A produção no álbum inteiro é bem diversificada, mas o álbum ainda assim é muito coeso e BEATWISE. O time de produtores de “Mr. Wonderful” contou com nomes de peso que mandaram muito bem, tais como The Alchemist, que produziu a excelente “Terry”; Mark Ronson, que produziu uma das minha favoritas, “Baby Blue”; O grande Statik Selektah (Que tá tendo um grande ano na cena), que produziu “The Rising”; E Noah “40”, o frequente colaborador do Drake, que mandou a melhor batida do projeto inteiro pra mim, “Actin’ Crazy” é INSANA.

No geral, cara… É um bom álbum, ele entrete o ouvinte, e algumas poucas faixas (“Falconry” e “Galactic Love”) não me impressionaram, mas gostei muito da sonoridade do projeto. Good work, Bronson !

LaHuss: Se “To Pimp A Butterfly” mesclou o rap contemporâneo com as facetas da música negra, “Mr. Wonderful” trouxe o melhor dos anos 70 e 80 em termos de rock, e criou uma atmosfera bem “tiozão” (que está incrível). Inegavelmente, Bronsoliño é um rapper com alma de rockstar, e sua lírica exótica causa estranhamento em boa parte dos ouvintes. Porém, algumas ouvidas são suficientes para se acostumar com esse estilo hilário de rimar. A produção é um dos pontos mais fortes do disco: riffs de guitarra e melodias hipnotizantes mostram a que vieram na maioria das faixas, enquanto há ainda beats que reúnem tendências do rap atual (como o de Actin’ Crazy, produzido por 40, o braço direito do Drake), e que também destoam. As únicas decepções que eu tive foi foram com a temática redundante na maioria das faixas (muito bem disfarçada pelas boas punchlines de Arian) e a falta de uma abordagem mais horrorcore, que sempre estava presente nos trabalhos anteriores do nova-iorquino.

De uma forma geral é um ótimo álbum, que não se encaixa nos típicos rótulos do rap. Perfeito pra pegar a estrada, relaxar ou simplesmente buscar algo diferente do usual.

Nota4Então, galera ! Por hoje, é isso. Se ainda não segue a gente nas redes sociais (Facebook | Twitter) do blog, siga lá pra ficar por dentro das revisões. PEACE ! 

 

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