Top 10 Rap Gringo (Versão Alternativa, Edição 2017)

Dezembro é o mês em que a família não-tradicional se reúne para celebrar um grande evento… Natal? Não, pô, minha lista de álbuns preferidos do ano!
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Review: “HUNCHO Jack, Jack HUNCHO” por Quavo & Travis Scott

Iae mes ami suave? Shaq aqui pra mais um review maroto e como tá quase na hora da ceia de natal já vamo logo às notas pra encher o rabo de peru sem preocupação (piada patrocinada pelo tiozão do pavê™).

O álbum em questão é Huncho Jack, Jack Huncho, trapzada proporcionada pra nós por Quavo segundo melhor Migo e Travi$ Scott o segundo Migo perdido. Então sem mais delongas, vamos às notas.

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Top 10 – Rap Nacional 2017

E aí suas decepções pra família, suave? Não é ilusão não, são dois posts na mesma semana, passei por aqui só pra deixar meu TOP10 do ano.

Antes de começar, NÃO QUERO RECLAMAÇÃO! O top é do que eu ouvi/gostei mais durante todo o ano, dos lançamentos até a primeira quinzena de dezembro (regulamento do Fezes de Ouro™), por tanto sem enrolação e sem refrão vamos aos toppens:

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Review Nacional: “Esú” por Baco Exu do Blues

IAE SEUS PUTOS DO CARALHO, saudade de escrever nesse sítio da internet brasileira, onde dou minhas opiniões fecais sem retorno financeiro. Como tá aí no título, quero falar do disco do momento, candidato à disco do ano e atual parasita do meu 4G, que não sai do repeat: Esú, o mais novo disco do rapper baiano, Baco Exu do Blues.

Pra começar segue o release oficial do disco, que achei um texto maravilhoso e segue na integra pra quem ainda não teve a oportunidade de ver:

“Esú” traz a história de um personagem em transição, que passa por diversas provações, da depressão ao gozo. Autoestima, individualidade, onipotência, luxúria, sincretismo e empoderamento negro, são temas recorrentes no álbum. “Metade homem, metade Deus e os dois sentem medo de mim”, cita Baco na faixa que leva o título da obra, mostrando o encontro da fragilidade divina e a força humana. A produção musical do disco ficou à cargo de ‘TAS’, no ‘Cremenow Studio’ e a criação dos beats por ‘Nansy Silvvs’, exceto a faixa Intro, que tem a base feita por ‘Scooby Mauricio’ e scratches de ‘KL Jay’ (Racionais MC’s). O resultado dessa junção é apresentada em 10 faixas que proporcionam uma viagem sinestésica, passando pelas ladeiras de Olinda, com o batuque do Maracatu, pelo carnaval de rua com o choro da guitarra baiana, até as nossas matrizes africanas, com cânticos em Iorubá e batuques dos atabaques do candomblé.

Bom, dadas as devidas apresentações, vamos às notas: Continuar lendo